Enquanto a área de imigração espanhola estava às moscas (e o carinha ficou regulando nossa entrada para um almoço em Madri), Hong Kong ostentava uma bela fila de turistas. O carimbo no passaporte veio sem nenhuma pergunta, apenas um sorriso. Esse é o jeito de receber visitantes que juntos deixam uma boa grana para os cofres do país, impulsionam a economia e ajudam na geração de empregos.
Poucas horas em Hong Kong e não entendi nada de seus arranha céus geminados em frágeis e precários treme-tremes. Uma caminhada até a times square pela movimenta Hudson Road corroborou um pré-conceito: é a cidade da poluição. Poluição do ar, visual e, sobretudo, sonora. Não bastasse o barulho dois muitos ônibus, os semáforos tocam uma constate sirene cujo som fica mais intermitente para avisar aos pedestres que é hora de atravessar. E são muitos os pedestres em Hong Kong - estamos mesmo no país mais populoso do mundo.
Somado a isso, o outdoor na times square é uma tela led gigante que transmite publicidade com áudio, é claro. O Kassab precisa ter um papo com o recém-eleito presidente de Hong Kong, Leung Chun-Ying. Quem sabe nessa troca ele não absorve também umas ideias comunistas?
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